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domingo, 26 de junho de 2011

Dahlia

É originária do México, onde é muito popular. Os índios daquela região foram os primeiros a cultivar dálias, ainda no período do império Asteca. Por volta do final do século XVIII, o diretor do Jardim Botânico de Madri encantou-se com a flor, durante uma visita ao México. Foi o suficiente para que a dália atravessasse o oceano e chegasse à Europa, onde se adaptou muito bem ao clima temperado.

Os holandeses e os franceses foram os maiores incentivadores do cultivo e da produção de inúmeras espécies híbridas de dálias. Foi a imigração holandesa que contribuiu muito para a propagação desta flor no Brasil.

Hoje, graças ao surgimento de vários híbridos, podemos encontrar diversos tipos de dálias, o que resulta numa grande variedade de formas (pompom, bola, decorativa, etc.) e cores (branca, alaranjada, vermelha, amarela, pink). São mais de três mil variedades resultantes de cruzamentos com outras espécies, como os crisântemos, por exemplo.

  • Reprodução: por meio de sementes, estaquia das pontas dos ramos ou divisão das raízes tuberosas; sendo que esta última permite a propagação de um exemplar com características idênticas às da planta-mãe.
  • Substrato ideal para o plantio: 2 partes de terra comum, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de areia
  • Clima ideal: ameno
  • Luminosidade: Em locais de clima frio, precisa de no mínimo 4 horas de sol pleno; já em clima quente, recomenda-se o cultivo à meia-sombra
  • Regas: manter o solo sempre úmido, sem encharcar
  • Floração: produz flores isoladas na primavera e no verão, em várias cores
  • Cuidados: necessita de proteção contra ventos e adubação orgânica a cada três meses

domingo, 19 de junho de 2011

zabumba



também conhecida como Canudo, Lírio, Zabumba,Saia-branca e Trombeteira, é uma planta do gênero Brugmansia, utilizada como planta ornamental devido às suas grandes flores. São também usadas na medicina como fitoterápicos, para combater distúrbios intestinais. É possível encontrá-la em várias regiões do Brasil.

A trombeta é uma planta anticolinérgica conhecida pela sua flor, já indicada, em diversas composições inclusive de cigarros, para tratamento de asma e mal de parkinson que também é utilizada para elaborar chás narcóticos e alucinógenos.

domingo, 12 de junho de 2011

Tabela de preços:


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domingo, 5 de junho de 2011

Paineira





árvore com até 20 metros de altura, tronco cinzento-esverdeado com estriasfotossintéticas e fortes acúleos rombudos, muito afiados nos ramos mais jovens.

O tronco das paineiras tem boa capacidade de sintetizar clorofila (fazer fotossíntese), e tem coloração esverdeada até quando tem um bom porte; isto auxilia o crescimento mesmo quando a arvore está despida de folhas; é comum, também, paineiras apresentarem uma espécie de alargamento na base do caule, daí o apelido "barriguda".


As folhas são compostas palmadas, e caem na época da floração. As flores são grandes, com 5 pétalas rosadas com pintas vermelhas e bordas brancas. Há uma variedade menos comum , com flores brancas.

Paineira branca, variedade menos comum, com flores brancas, Parque Ceret, São Paulo, Brasil.

Seus órgãos reprodutivos encontram-se unidos em um longo androginóforo.

Os frutos são cápsulas verdes, que, quando maduras, rebentam (deiscentes), expondo as sementes envoltas em fibras finas e brancas que auxiliam na flutuação, que é chamada paina.

A partir dos vinte anos de idade aproximadamente (sudeste brasileiro), os espinhos costumam começar a cair na parte baixa do caule, e, gradualmente, também caem nas partes mais altas da árvore, com o engrossamento da casca. Diz-se no Brasil que isto permite à árvore receber ninhos de pássaros, o que seria impossível de acontecer quando esta tinha espinhos longos e pontiagudos; assim, flores e frutos já não estão presentes, a árvore continua dando sua contribuição hospedando os passarinhos. Esta não é uma regra para todas as paineiras; conforme foto abaixo, paineira de mais de 20 metros continuou com espinhos muito grandes na parte baixa, provavelmente como defesa de insetos do local.