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domingo, 5 de junho de 2011

Paineira





árvore com até 20 metros de altura, tronco cinzento-esverdeado com estriasfotossintéticas e fortes acúleos rombudos, muito afiados nos ramos mais jovens.

O tronco das paineiras tem boa capacidade de sintetizar clorofila (fazer fotossíntese), e tem coloração esverdeada até quando tem um bom porte; isto auxilia o crescimento mesmo quando a arvore está despida de folhas; é comum, também, paineiras apresentarem uma espécie de alargamento na base do caule, daí o apelido "barriguda".


As folhas são compostas palmadas, e caem na época da floração. As flores são grandes, com 5 pétalas rosadas com pintas vermelhas e bordas brancas. Há uma variedade menos comum , com flores brancas.

Paineira branca, variedade menos comum, com flores brancas, Parque Ceret, São Paulo, Brasil.

Seus órgãos reprodutivos encontram-se unidos em um longo androginóforo.

Os frutos são cápsulas verdes, que, quando maduras, rebentam (deiscentes), expondo as sementes envoltas em fibras finas e brancas que auxiliam na flutuação, que é chamada paina.

A partir dos vinte anos de idade aproximadamente (sudeste brasileiro), os espinhos costumam começar a cair na parte baixa do caule, e, gradualmente, também caem nas partes mais altas da árvore, com o engrossamento da casca. Diz-se no Brasil que isto permite à árvore receber ninhos de pássaros, o que seria impossível de acontecer quando esta tinha espinhos longos e pontiagudos; assim, flores e frutos já não estão presentes, a árvore continua dando sua contribuição hospedando os passarinhos. Esta não é uma regra para todas as paineiras; conforme foto abaixo, paineira de mais de 20 metros continuou com espinhos muito grandes na parte baixa, provavelmente como defesa de insetos do local.

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